Download COLEÇÃO. SANTARÉM, 2013 PDF

TitleCOLEÇÃO. SANTARÉM, 2013
TagsColor Fungus Seed Germination Species
File Size5.3 MB
Total Pages190
Document Text Contents
Page 1

1




ISSN 1808-3072

VIII Congresso de Ciência
e Tecnologia da Amazônia


XIII Salão de Pesquisa e

Iniciação Científica do Ceuls/Ulbra

Pesquisa,
Educação e
Inovação

Santarém/PA
2013

Page 2

2





VIII Congresso de Ciência
e Tecnologia da Amazônia


XIII Salão de Pesquisa e

Iniciação Científica do Ceuls/Ulbra

Pesquisa,
Educação e
Inovação

Santarém/PA
2013

C
A
D
E
R
N
O

D
E

R
E
S
U
M
O
S

Page 95

95


poderá atuar, como animação, modelagem 3D, programação de computadores, uma porção de

opções que o aluno formado poderá escolher e aplicar seus conhecimentos em diferentes

compôs do mercado.

BARROS, D. M. V. 2009. Estilos de uso do espaço virtual: como se aprende e se ensina no

virtual? Inter-Ação: Ver. Fac. Educ. UFG, 34 (1): 51-74, jan/jun.

Page 96

96


Yure Ericksom Barros Lima
1


[email protected]
Juarez Benedito da Silva

2




O presente trabalho tem por objetivo o estudo sobre a pericia computacional, hoje muito importante

para casos de extrema importância no meio de processos de crimes ocasionados por pessoas através de
computadores. É inegável que criamos uma dependência grande da tecnologia digital em diversas áreas de
nossas vidas (comunicação, entretenimento, ferramentas de trabalho, lazer, etc.) e necessitamos cada vez mais
delas. Estas tecnologias e meios eletrônicos trouxeram uma serie de facilidades, e junto com elas foram inseridas
novas variáveis em todas as áreas, inclusive em um processo de investigação o que acabou criando uma nova
disciplina de atuação: a forense computacional.


Investigação, Tecnologia, crimes.

A Pericia Forense Computacional é a ciência que estuda a aquisição,

preservação, recuperação e analise de dados eletrônicos. Por meio dela é possível realizar o

levantamento de informações que permitirão a recuperação de dados perdidos de forma

acidental ou maliciosa, desvendar uma possível invasão em sistemas e identificar o roubo de

informação por terceiros ou funcionários de uma empresa. O objetivo principal da

computação forense é buscar extrair e analisar tipos de dados diferentes dispositivos, para que

essas informações passem a ser caracterizadas como evidencias e, posteriormente, como

provas legais de fato. Como todas as áreas, existem pessoas que fazem uso dos sistemas

computacionais para pratica de atos ilícitos.

Com isso, torna-se necessário utilizar as técnicas da forense computacional para

investigar crimes que foram cometidos utilizando equipamentos e sistemas computacionais,

para todos os tipos de crime. A forense computacional tem a função de poder provar que um

crime foi praticado através de recursos computacionais, de uma forma que os resultados

obtidos na pericia técnica não gerem dúvidas quanto a sua integridade e não repúdio, bem

como coletar evidências para ajudar na investigação e/ou processos judiciais. A crescente

onda de crimes cometidos através de computadores se dá, dentre muitos casos, pelo fato de

muitas pessoas ainda serem leigas no que diz respeito à segurança de sistemas computacionais

e informações. Também, há o fato de as pessoas pensarem que a internet garante anonimato,

que se pode fazer qualquer coisa, e que não será punido no mundo real. A forense aplicada é

muito recente, porém a ciência forense como um todo existia há muito tempo. No século VII

já eram utilizados impressões digitais para determinar as identidades dos devedores. As


1
Acadêmico do Curso de Redes de Computadores - IESPES

2
Professor do curso de Redes de Computadores – Msc em Gestão de Empresas

Page 189

189


Uma das constatações mais importantes que se tem a inferir dos dados obtidos com a

pesquisa diz respeito ao papel do comportamento individual tanto como causador quanto

como aquele que está na base da resolução dos problemas ambientais.

Mais ilustrativo ainda é o fato de se perceber o meio ambiente como algo vinculado

estritamente à natureza, da qual o homem não faz parte, a não ser como causador da

degradação. Disso decorre uma percepção do meio ambiente não pautada em redes de

interações mais amplas que envolvem os aspectos históricos, culturais, econômicos, políticos.

Assim representado, o meio ambiente não implicaria em transformações mais

estruturais para constituir-se em legado mundial. Bastaria ao ser humano a atitude de

preservá-lo, cuidar para que as gerações futuras possam usufruí-lhe. Essa visão

unidimensional do termo tem repercussões imediatas sobre o tratamento da questão, em

termos de causas, conseqüências e soluções, na medida em que o tratamento irá implicar

também em noções que resgatem a dimensão do comportamento individual como o maior

propulsor de mudanças; confirma-se então a visão unidirecional sobre a problemática do meio

ambiente. Tal postura pode ser explicada mediante a crença de que somente a mudança da

consciência individual transforma o todo. Trata-se de uma crença válida, no entanto, não

suficiente, pois, conforme os dados do gráfico 2 mostram, o componente econômico tem

intensa relação com a problemática; há que se atuar em nível acima ao individual, ao

comportamental.

Portanto, a representação social de meio ambiente e sua problemática implica em

atitudes de educação ambiental mais condizentes com uma metodologia crítica e reflexiva que

seja capaz de alterar os padrões vigentes acerca do meio ambiente e construir representações

escolares que vão ao encontro da complexidade da questão e que sejam mais próximas de uma

visão integrada pelas múltiplas esferas que ocasionam os problemas ambientais.




ALEXANDRE, Marcos. uma genealogia do conceito. Revista Comum

- Rio de Janeiro - v.10 - nº 23 - p. 122 a 138 - julho / dezembro 2004.

JODELET, Denise . Paris: PUF, 1989, pp.

31-61. Tradução: Tarso Bonilha Mazzotti. Revisão Técnica: Alda Judith Alves-Mazzotti.

UFRJ- Faculdade de Educação, dez. 1993. Uso escolar, proibida a reprodução.

Page 190

190


SAUVÉ, Lucie. Educação ambiental e desenvolvimento sustentável:

Revista de Educação Pública Mato Grosso: UFMT, 6(10):72-103, jul-dez. 1997.

REIGOTA, Marcos. . São Paulo: Cortez, 1995.

FRANCO, Laura Maria Puglisi Barbosa Franco.
Cadernos de Pesquisa, v. 34, n. 121, jan./abr. 2004.


SILVA, MariaLúcia Alves e; GOMES, Edvânia Torres Aguiar; SANTOS, Maria de Fátima de
Souza. .Estudos de Psicologia 2005,
10(1), 41-51.

Similer Documents