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                            H Lesão fechada pode ser observada em formato oval ou redondo. Indica tecido enfraquecido com deficiência de inervação, má circulação e lenta eliminação de toxinas. Geralmente indica uma ferida ou úlcera, principalmente se aparecerem na área do estômago. A recuperação nesse caso é mais difícil do que nas lesões abertas. Recebe o nome de criptas. Geralmente aparecem em maior número na área gástrica, indicando lesões na mucosa ou parede gástrica e/ou intestinal. Muitas vezes dividem o mesmo espaço com lagunas fechadas quando em áreas de dilatação de cólon (exemplo: divertículos são criptas e distensões da banda do sistema nervoso autônomo são causadas por grupos de lacunas fechadas. As criptas têm formato de balão de São João e as lagunas fechadas são arredondadas).
I. Anéis nervosos provocam arcos circulares ou porções de arcos quebrados através da íris. São, na verdade alterações topográficas, as vezes profundas como pequenas valas, que podem ou não apresentar alterações de coloração.  Indicam uma condição de ansiedade ou estresse que resulta em restrição do suprimento nervoso e sangüíneo. Pode denotar um mau estado neurovascular (tanto simpático como parassimpático, observar dilatação pupilar), ou mesmo o volume de estresse acumulado no indivíduo. Quanto maior e mais numeroso maior o grau de debilidade da pessoa (ou sua tendência para acumular tensão).  Veja algumas indicações de anéis nervosos: Na zona do cérebro (motor psicológico), indica transtornos de insônia, histeria e irritabilidade. Na zona dos pulmões, brônquios, garganta, indicam propensão a gripes, catarros ou a aproximação de uma bronquite. Na zona do abdome, indicando uma colite ou dores espasmódicas intestinais. Entre o fígado e a região do cérebro, indicam estados de ansiedade e de transtornos da função biliar e vice-versa. Entre o coração e a zona da medula, indicam as variações da pressão arterial. Anéis nervosos de coloração clara indicam a possibilidade de dores ou tendência à espasmos agudos. No aspecto emocional, segundo iridólogos pesquisadores do método Rayid, a maior concentração de anéis nervosos na íris esquerda poderá indicar que a pessoa carrega consigo uma decepção muito grande com a vida (afetivamente ou profissionalmente). Na íris direita, pode indicar que a pessoa esteja sufocando sua criança interior e esteja faltando alegria e a inocência de uma criança para encarar a vida.
J. Raios solaris são fendas que partem da trança do sistema nervoso autônomo ou da pupila em direção à periferia da íris. Indica herança genética com debilidade inerente que se origina na área intestinal e da absorção de toxinas provenientes do cólon. Também significam depósitos tóxicos ou a presença de compostos químicos no tubo gastrointestinal, espalhando-se pelas áreas por onde os raios solaris se espalham. Podem também indicar irritabilidade e falta de memória, pois o sistema nervoso central pode sofrer com a má qualidade dos humores orgânicos, em especial sangue impuro, excesso de remédios e toxinas, ácido úrico.
K. Íris miasmática apresenta escurecimentos, causando distorções da cor verdadeira da íris. Também pode apresentar a forma de uma flor, como uma margarida. Indica depósito tóxico em todos os níveis do organismo. O tratamento aqui é estimular as cinco vias de eliminação.
L. Estados de acidez se traduzem na predominância de áreas brancas, através de todas as áreas da íris. É comum também aparecerem simplesmente uma linha branca partindo da banda do sistema nervoso autônomo ou dos intestinos, dirigindo-se para o exterior da íris, projetando-se sobre o órgão sobrecarregado por humores ácidos. Indicam hiperacidez decorrente de insuficiente eliminação de radicais ácidos, através dos cinco canais de eliminação de toxinas. As causas são dietas inadequadas, exaustão mental e física.
M. Pacotes intestinais são formados por pequenas bolsas na borda interior da banda do sistema nervoso autônomo. Indicam pequenas saculações, divertículos no intestino contendo matéria fecal contribuindo para o acúmulo de toxinas no organismo. Provocam gases, dilatações abdominais, dores no abdome.
N. Arco senil se reflete em um arco translúcido na área superior da íris (exterior, em contato com a esclerótica). É um sinal clássico de velhice. Representa má circulação, falência da memória e declínio da função cerebral. É uma condição degenerativa da circulação cerebral.
O. Rosário linfático é observado pela presença de flocos de neve ou nuvens de algodão, subjacentes à periferia da íris, sobre a zona do sistema circulatório e linfático, assemelhando-se a um anel ou rosário. Indica congestão e estagnação do tecido linfático, ou seja, excesso de substâncias tóxicas circulantes no sangue. A função do sistema linfático é drenar o líquido linfático retirando das estruturas orgânicas impurezas e também agindo como agente de eliminação de elementos estranhos (sistema de defesa). O rosário linfático pode indicar entre outras coisas: amigdalites, inflamações difusas, corrimentos vaginais, secreções mucosas brônquicas, ínguas, gânglios inflamados, viroses, linfomas, etc.
P. Anel do sódio ou colesterol é observado na periferia da íris, próximo à esclerótica, e se caracteriza por ser um anel branco opaco. Indica acúmulo de sais inorgânicos e colesterol no organismo. Há má perfusão sangüínea devido à obstrução arterial com endurecimento das artérias. É um sinal de degeneração vascular com hipertensão arterial e cálcio insolúvel circulante no organismo.
Q. Sinais de cura tanto na íris azul quanto na marrom, podem ser observadas pelas áreas lesionadas mostrando a presença de fibras brancas no seu interior, chamadas de leteum de cálcio. Indicam regeneração tecidual, com incremento de suprimento sangüíneo e nervoso. Faz parte do processo da lei de cura, sendo o resultado de um modo correto de viver, de uma dieta adequada e de um programa de tratamento adequado.
-  Por depósitos residuais
-  Por depósitos residuais: geralmente em tons avermelhados, indicam doenças antigas que permaneceram em estado latente ou danificaram gravemente a estrutura dos órgãos. Também podem representar resíduos de medicamentos que não foram absorvidos pelo organismo localizando-se nos gânglios viscerais como rins, por exemplo. Aqui também se situam os indicativos de herança genéticas, relatando as tendências da pessoa a gerar o mesmo mal de seus antecessores.
                        

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