Download Hipnose - Dicas, Métodos e Técnicas.pdf PDF

TitleHipnose - Dicas, Métodos e Técnicas.pdf
Tags Psychology & Cognitive Science Behavioural Sciences Metaphysics Of Mind Wellness
File Size731.8 KB
Total Pages119
Table of Contents
                            Índice
1. Apresentação e Agradecimentos
2. Técnica compartilhada por Arcelio Alberto
3. Hipnose Ericksoniana
	3.1. Elementos da Indução
	3.2. Evocação ao Invés de Sugestão
	3.3. Sincronização
	3.4. Descrição
	3.5. Palavras de Permissão e de Transferência de Poder
	3.6. Divisão
	3.7. Ligação
	3.8. Intercalar
	3.9. Âncoras
4. Exemplo de uma Indução Ericksoniana
5. Padrões Hipnóticos Ericksonianos
6. Método de Indução de Strosberg
7. Metáfora Terapêutica
8. Método de Arnold Furst
9. Métodos de Dave Elman
	9.1. A Técnica do Ponto na Mão
	9.2. A Técnica das Escadas Rolantes
10. O Método de Erickson e Wolberg
	10.1. O Método da Autovisualização
11. Relaxamento e Indução do Transe
	11.1. A Técnica do Relaxamento
12. A Sugestão Pós-Hipnótica e a Conversão em Energia
	12.1. Como Formular Suas Sugestões
13. Indução da Respiração Saudável
14. O Método de Bernheim5
15. O Método do Dr. A. A. Moss6
16. O Método da Estrela7
17. O Método do Dr. G. F. Kuehner8
18. Sobre Metáforas
19. Ressignificação em 6 Passos
20. Gerador de Novos Comportamentos
21. Cura de Dor de Cabeça
22. Cura Rápida de Alergia
23. Auto-Hipnose de Betty Erickson
24. Auto-Hipnose e Auto-Sugestão
25. Auto-Hipnose na Aprendizagem
26. Auto-Hipnose na Cura das Doenças
27. Entendendo o Transe Hipnótico
28. O que é Treinamento Autógeno?
	28.1. Conceito segundo J. H. Schultz
	28.2. O curso normal do processo de Treinamento Autógeno
	28.3. A Respiração
	28.4. Exercícios Práticos — Técnicas do Relaxamento Progressivo de Shultz
		28.4.1. Ficha de Anamnese:
		28.4.2. A Importância da Anamnese
29. Sobre Sugestão
30. Metáforas Artrópodes
31. Técnica de Indução Hipnótica
	31.1. A Técnica da fixação do Olhar
32. Esquema para a Aprendizagem da “Auto-Hipnose” (“Self-Training”)
33. Sugestão de Amnésia
34. Guia Para Criar Metáforas Úteis
	34.1. Crie uma Metáfora em Sete Passos
35. A Genialidade de Milton H. Erickson
36. Seis Técnicas de Conversão
	36.1. Processo de Decognição
37. Hipnose Funciona!
38. O Pêndulo de Chevrêul13
39. Treinamento Autógeno Compartilhado por Alcimar
40. Relaxamento é Chato ou é Bom?
	40.1. 1ª Etapa — Representação Visual
	40.2. 2ª Etapa — Representação Cinestésica
	40.3. 3ª Etapa — Representação Auditiva
	40.4. 4ª Etapa — Representação Visual, Auditiva e Cinestésica integradas, com simbolismo e remodelagem do comportamento sensorial.
	40.5. 5ª Etapa — Indução Volitiva
	40.6. 6ª Etapa — Indução por Analogia
41. Manejo pela Hipnose da “Verruca Vulgaris”
                        
Document Text Contents
Page 2

Índice

1. Apresentação e Agradecimentos 04
2. Técnica Compartilhada por Arcelio Alberto 05
3. Hipnose Ericksoniana 06

3.1. Elementos da Indução 07
3.2. Evocação ao Invés de Sugestão 07
3.3. Sincronização 07
3.4. Descrição 08
3.5. Palavras de Permissão e de Transferência de Poder 08
3.6. Divisão 08
3.7. Ligação 08
3.8. Intercalar 09
3.9. Âncoras 09

4. Exemplo de uma Indução Ericksoniana 11
5. Padrões Hipnóticos Ericksonianos 13
6. Método de Indução de Strosberg 16
7. Metáfora Terapêutica 18
8. Método de Arnold Furst 28
9. Métodos de Dave Elman 30

9.1. A Técnica do Ponto na Mão 30
9.2. A Técnica das Escadas Rolantes 30

10. O Método de Erickson e Wolberg 33
10.1. O Método da Autovisualização 33

11. Relaxamento e Indução do Transe 35
11.1 A Técnica do Relaxamento 36

12. A Sugestão Pós-Hipnótica e a Conversão em Energia 39
12.1. Como Formular Suas Sugestões 39

13. Indução da Respiração Saudável 41
14. O Método de Bernheim 43
15. O Método do Dr. A. A. Moss 45
16. O Método da Estrela 47
17. O Método do Dr. G. F. Kuehner 49
18. Sobre Metáforas 52
19. Ressignificação em 6 Passos 53
20. Gerador de Novos Comportamentos 57
21. Cura de Dor de Cabeça 59
22. Cura Rápida de Alergia 61
23. Auto-Hipnose de Betty Erickson 63
24. Auto-Hipnose e Auto-Sugestão — (Psicologia do Esporte) 66
25. Auto-Hipnose na Aprendizagem 68
26. Auto-Hipnose na Cura das Doenças 70
27. Entendendo o Transe Hipnótico 73
28. O que é Treinamento Autógeno? 75

28.1. Conceito segundo J. H. Schultz 75
28.2. O curso normal do processo de Treinamento Autógeno 75
28.3. A Respiração 76
28.4. Exercícios Práticos — Téc. do Relaxamento Progressivo de Shultz 76

28.4.1. Ficha de Anamnese 86
28.4.2. A Importância da Anamnese 88

2

Page 59

21. Cura de Dor de Cabeça
Fonte: Descubra PNL

Ao final deste procedimento que, na maioria das vezes, se faz em uma
sessão de 50 minutos, a pessoa libera a energia de cura que estava bloqueada e que
agora passa a se expressar sob a forma de sentimento de “gratidão”, que funciona
como um dos mais poderosos instrumentos de cura dos males psicoemocionais.

Sugerimos aos iniciantes neste campo, que experimentem o processo em
sintomas, como a dor de cabeça aguda, até ganharem a confiança de aplicá-lo nos
sintomas mais graves.

Procedimento

1) Focalize a sua dor de cabeça, permita-se senti-la de modo receptivo, para

que possa descrever a intensidade do desconforto, situando-o em uma escala

de 0 a 10, em que 10 representa o maior grau e 0 a ausência de desconforto.

Tal descrição deve ser feita no presente e em termos sensoriais (VAC)9.

2) Em seguida, coloque uma cadeira em sua frente e imagine uma folha de

cartolina sobre a cadeira, acompanhada de vários lápis de cor ou pincéis

coloridos à sua disposição, para que represente a dor de cabeça visualmente,

através de um desenho. Não é necessário fazer o desenho efetivamente,

basta imaginá-lo. Estamos sugerindo que passe a representação mental da

dor para aquela cartolina, usando as cores que desejar na forma que quiser.

Isto implica em mudar o sistema representacional da dor de cinestésico (C)

para visual (V).

3) Depois que a representação visual estiver concluída, expresse verbalmente

todos os sentimentos provocados pela dor,. por ex.: “Você está me deixando

louco”, “Não te suporto mais, sai de mim! Vá embora!” etc. Você deve

expressar toda a negatividade existente em seu interior relacionada ao

sintoma representado na cartolina imaginária, falando diretamente ao

sintoma.

4) Depois pense em uma pessoa ou uma circunstância de sua vida, para a qual

fizesse sentido dizer tudo o que foi dito à representação visual de sua dor.

Logo que a pessoa ou circunstância seja encontrada, faça uma substituição
9 Sigla para as formas de percepção: Visual, Auditivo e Cinestésico, respectivamente. (SMJ)

59

http://www.descubrapnl.com.br/

Page 60

colocando o que tiver sido encontrado no lugar da cartolina e repita tudo

que falou à representação, como se estivesse falando com a pessoa ou

circunstância que o sintoma evocou. Uma das evidências de que encontrou-

se a raiz do problema é que você, neste ponto, coloca mais energia e realismo

em sua atuação.

5) Mude agora de cadeira, colocando-se no lugar do outro e respondendo ao

que foi dito. Expresse-se totalmente, a partir do ponto de vista do outro

(segunda posição perceptiva). Depois volte à cadeira original (primeira

posição) e faça a réplica. Mantenha o diálogo até encontrar uma estrutura de

concordância, até você se conscientizar da contribuição que vem fazendo

para manter o sintoma.

6) Volte à escala de 0 a 10 e indique em que grau está o seu desconforto.

Geralmente neste ponto o sintoma já desapareceu completamente. Se,

entretanto, ainda restar algum desconforto, repita com ele o processo a

partir do passo 2, repetindo tantas vezes quantas forem necessárias para

zerar o problema. Considera-se zerado quando a dor de cabeça tiver

desaparecido completamente. No caso de se estar trabalhando com sintomas

crônicos, considera-se zerado quando todo o peso emocional tiver dado

lugar a um sentimento de leveza através do perdão/gratidão.

7) Verifique se tudo está bem para você. Faça um teste, imaginando-se num

futuro próximo, numa situação em que normalmente a dor de cabeça

ocorreria. Observe como se sente. Tudo bem? Então se cumprimente pelo

poder do cérebro que você tem e boa sorte!

PonteNciaL — Instituto de Programação Neurolingüística

* Índice *

60

Page 118

verrugas. À medida que o paciente sente essas sensações ele pode visualizar

as verrugas encolherem, diminuir em tamanho e se dissolverem18.

2- Sugestões para o paciente criar um agente imaginário destruidor das

verrugas. O paciente repetidamente imagina e visualiza esse agente atacando

e destruindo os vírus dentro da verruga19.

3- Sugestões de inibição para o fluxo de sangue para cada verruga20.

4- Tocar no membro do paciente onde existam verrugas e sugerir sensação de

calor crescente espalhando-se pela pele da mão. Depois tocar nas verrugas,

sugerindo que o calor se concentre nas verrugas, que ficam mais quentes do

que o restante do corpo, e à medida que elas ficam mais quentes vão

gradualmente ficando menores, encolhendo e começam a desaparecer21.

5- Sugestões para o membro com as verrugas tornar-se frio, como resultado da

diminuição da circulação, com redução do volume da verruga e posterior

desaparecimento. As sugestões de redução e desaparecimento podem ser

auxiliadas pelas sugestões para a visualização de imagens do mesmo modo

que um reservatório de água diminui no verão; e pelas sugestões pós-

hipnóticas que toda a vez que lavar as mãos, um pouco das verrugas vai

sendo dissolvido e levado pela água22.

* Índice *

18 Spanos NP., Stenstrom RJ, Johnston JC. Hypnosis, placebo and salicytic acid treatments of warts.
Psychosomatic Medicine, 50: 245-260. 1988.
19 Dubreuil SC., Spanos NP. Psychological treatment of warts. IN: JW Rhue, SJ Lynn, I Kirsh (eds.)
Handkbook of clinical hypnosis. Washington, DC: American Psychogical Association, 623- 643,
1993 (REV. 1997).
20 Clawson TA., Swade Rh. The hypnotic control of blood flow and pain: The cure of warts and the
potencial for the use of hypnosis in the treatment of cancer. Am J Clin Hypnosis, 17 160- 169, 1975.
21 Hartland J., Medical and dental hypnosis and its clinical aplications. 2 ed. London: Baillière Tin-
dall, 287-304, 1972.
22 28. Alman BM., Lambrou P. Self-hypnosis: The complete manual for health and Self-change. 2.ed.
New York: Brunner/Mazel Inc., 185-199, 1992.

118

Similer Documents