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TagsChemistry Mechanical Engineering Stress (Mechanics)
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Table of Contents
                            PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE “R M”
	1 – TEORIA DA PEÇAS LINEARES ou BARRAS
	2 – HIPÓTESES FUNDAMENTAIS DE “RM”
	3 – PRINCÍPIO GERAL DO EQUILÍBRIO
	4 – ESFORÇOS E TENSÕES
MATERIAIS DE “R M”
	1 – HIPÓTESES FUNDAMENTAIS
	2 – PROPRIEDADE - Elasticidade
	3 – LEI CONSTITUTIVA
	4 – TABELA
	5 – PRINCÍPIO DA SOBREPOSIÇÃO DOS EFEITOS
CONVENÇÕES DE RESISTÊNCIA DE MATERIAIS
	1 – Barras: Esquerda / Direita
	2 – Sinais/sentidos positivos dos esforços numa barra
	3 – Representação dos diagramas de esforços (N, V, M)
TRACÇÃO - COMPRESSÃO
	1 – ESFORÇO AXIAL / TENSÃO NORMAL
	2 – DEFORMAÇÃO AXIAL / DESLOCAMENTO DE NÓS
	3 – EFEITO DA VARIAÇÃO DA TEMPERATURA (ΔT)
	4 – VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA
	5 – VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA EM TRACÇÃO - COMPRESSÃO
	6 – DEFORMAÇÃO GENERALIZADA
	7 – LEI DE HOOKE GENERALIZADA
	8 – TEORIA DAS PEÇAS LINEARES (algumas aproximações)
	9 – TRABALHO DE DEFORMAÇÃO (Regime Elástico)
	8 – CARGAS APLICADAS BRUSCAMENTE
	– PEÇAS CONSTITUÍDAS POR MAIS DO QUE UM MATERIAL
	1 – INTRODUÇÃO ÀS ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS
	2 – PEÇAS SUJEITAS A CARGAS EXTERIORES
	3 – CÁLCULO DE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS - METODOLOGIA
	Professor Luís Juvandes Aula 08/10/20024 – PEÇAS SUJEITAS A VARIAÇÕES DE TEMPERATURA
	5 – PEÇAS SUJEITAS A DEFORMAÇÕES IMPOSTAS
	6 – COMPORTAMENTO ELASTO - PLÁSTICO
1 – PEÇAS DE EIXO CURVO
	• TEORIA DAS PEÇAS PRISMÁTICAS (lineares)
	• TEORIA DA ELASTICIDADE
	• DEFORMAÇÃO DA SECÇÃO TRANSVERSAL
	EXPRESSÕES APROXIMADAS
DESLOCAMENTO DE NÓS DE ESTRUTURAS ARTICULADAS PLANAS
	1 – INTRODUÇÃO AO DESLOCAMENTO DE UM NÓ
	2 – MÉTODO ANALÍTICO
	2 – MÉTODO ANALÍTICO – Metologia de Aplicação
	3 – MÉTODO DE MAXWELL-MOHR ou da UNIDADE FICTÍCIA DE CARGA (UFC)
	3 – MÉTODO DA UNIDADE FICTÍCIA DE CARGA (UFC) – Aplicação do PTV
	– MÉTODO DA UNIDADE FICTÍCIA DE CARGA (UFC) – Metologia de Aplicação
ESFORÇOS NAS BARRAS DE PEÇAS PRISMÁTICAS
	1 – IDENTIFICAÇÃO DOS ESFORÇOS INTERNOS NAS PEÇAS LINEARES
	2 – MÉTODOS
	3 – 1.º MÉTODO – ANÁLISE ESTÁTICA DA ESTRUTURA (Principio do Corte)
	4 – 2.º MÉTODO – RELAÇÕES MATEMÁTICAS EMTRE p, V e M
FLEXÃO PLANA
	1 – DEFINIÇÕES GERAIS
	2 – FLEXÃO PLANA (pura ou simples)
		2.1 – ESTADO DE TENSÃO
		2.2 – ANÁLISE DA SEGURANÇA
		2.3 – TRABALHO DE DEFORMAÇÃO:
		2.5 – SECÇÕES HETEROGÉNEAS
			ESTADO DE TENSÃO
			PRINCÍPIO DA HOMOGENEIZAÇÃO DA SECÇÃO
			SECÇÕES MISTAS BETÃO/AÇO
	3 – FLEXÃO DESVIADA (pura ou simples)
		3.1 – DEFINIÇÕES GERAIS
		3.2 – GEOMETRIA DE MASSAS
		3.3 – ESTADO DE TENSÃO
			3.3.1 – Método da Sobreposição de duas Flexões Planas
			3.3.2 – Método do Equilíbrio em relação aos Eixo de Solicitação e Eixo Neutro
		3.4 – ESTADO DE DEFORMAÇÃO – Sobreposição de duas flexões planas
			3.4.1 – Rotação relativa de duas secções (A-B)
			3.4.2 – Curvatura da “Elastica” entre A-B
			3.4.3 – Trabalho de deformação entre A-B
                        
Document Text Contents
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Professor Luís Juvandes Aula 17/09/2002






























Aula Teórica de 17 – 09 – 2002

Introdução

Introdução à disciplina de Resistência de Materiais 1. Enquadramento no plano de estudos.

Objectivos. Programa e conteúdo da disciplina. Método de ensino e de avaliação. Bibliografia.

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FEUP - ENGENHARIA CIVIL Folha 2


RESISTÊNCIA DE MATERIAIS 1 Ano lectivo 2002/2003



Professor Luís Juvandes Aula 17/09/2002



Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto








Programa, Conteúdo e Métodos de Ensino das Matérias da Disciplina




RESISTÊNCIA DE MATERIAIS 1



Curso de Engenharia Civil




2002 - 2003


















LUIS FILIPE PEREIRA JUVANDES

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FEUP - ENGENHARIA CIVIL Folha 2

RESISTÊNCIA DE MATERIAIS 1 Ano lectivo 2002/2003


Professor Luís Juvandes Aula 16/10/2002

DESLOCAMENTO DE NÓS DE ESTRUTURAS ARTICULADAS PLANAS
(ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS)



11 – INTRODUÇÃO AO DESLOCAMENTO DE UM NÓ




P
P P





• Exemplo 1–– EEssttrruuttuurraa ccoomm 22 bbaarrrraass –– MMééttooddoo GGrrááffiiccoo -- AAnnaallííttiiccoo


P

B
A

C

NBC

NAC





1) EQUILIBRIO DO NÓ “B”

K

K

=
⊕=





BC

AB

y

x

N
N

0f
0f



BA

C
B’

B
V

B
H

αcos
∆ BCl

∆ BCl

∆ ABl



2) DEFORMAÇÃO DAS BARRAS

N
N

BC CB

ABAB

l

l

∆→
⊕∆→⊕





3) TRIÂNGULO DE DEFORMAÇÃO

( )
( )








α
α

×







α


+∆=δ

→∆=δ



sen
cos

cos


BC

AB
V
B

AB
H
B

B ll

l




MÉTODO:
2 BARRAS

CONCORRENTES
E COM “ l∆ ”


PERMITR DETERMINAR
O DESLOCAMENTO DO
NÓ DE CONCORRÊNCIA

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FEUP - ENGENHARIA CIVIL Folha 3

RESISTÊNCIA DE MATERIAIS 1 Ano lectivo 2002/2003


Professor Luís Juvandes Aula 16/10/2002



• Exemplo 2 –– EEssttrruuttuurraa ccoomm vváárriiaass bbaarrrraass




1)

B
A C

ED

F







2)

A E
B C D

F JG H I












• CÁLCULO DOS DESLOCAMENTOS DOS NÓS DA ESTRUTURA:

• MÉTODO ANALÍTICO

• MÉTODO DE MAXWELL-MOHR ou da UNIDADE FICTÍCIA DE
CARGA (UFC)

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FEUP - ENGENHARIA CIVIL Folha 3

RESISTÊNCIA DE MATERIAIS 1 Ano lectivo 2002/2003


Professor Luís Juvandes Aula 04/12/2002



3.4.2 – Curvatura da “Elastica” entre A-B





3.4.3 – Trabalho de deformação entre A-B


• Flexão Pura (M = constante)







• Flexão Simples (M = variável)

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FEUP - ENGENHARIA CIVIL Folha 4

RESISTÊNCIA DE MATERIAIS 1 Ano lectivo 2002/2003


Professor Luís Juvandes Aula 04/12/2002




• Exemplo 1

A Figura representa a secção transversal de uma viga de madeira integrada na estrutura de

uma cobertura. Esta viga está simplesmente apoiada em duas asnas, igualmente em madeira,

afastadas de 5 metros. A secção da viga tem a forma rectangular e está reforçada com duas

chapas metálicas conforme a figura.

a) Tendo em conta as características dos materiais envolvidos, quantifique a carga máxima
uniformemente distribuída p (vertical) que é possível aplicar à viga.

b) Para a carga obtida, quantifique as tensões máximas de tracção e compressão que se
instalam nos dois materiais na secção de momento máximo.

c) Identifique as zonas da viga onde pode ser dispensado o reforço com chapas metálicas.


Dados: Aço E = 200 GPa ; σRd = 235 MPa.

Madeira E = 12 GPa ; σRd = 11 MPa.








p kN/m

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